quinta-feira, 3 de março de 2016

Submarino-robô atinge ponto mais profundo da Terra



Um submarino-robô desenvolvido nos Estados Unidos alcançou a área considerada a mais profunda dos oceanos - o chamado Challenger Deep, na Fossa das Marianas, no Pacífico.

O local, perto da ilha de Guam, é o maior abismo da Terra, com 11 mil metros de profundidade - mais de 2 quilômetros do que o Monte Everest tem de altura.

O mergulho da embarcação não-tripulada Neureus ocorreu no último domingo e atingiu 10.902 metros de profundidade.

Nesta localização, a pressão chega a ser mais que mil vezes maior que a nível do mar.

Livre

O Nereus é operado à distância por pilotos a bordo de um navio, com a ajuda de cabos de fibra óptica que permitem que ele desça a grandes profundidades e seja fácil de manobrar.

Ele também pode ser colocado em modo automático e "nadar" livremente.

"Com um robô como este, nós agora podemos virtualmente explorar qualquer parte do oceano", disse Andy Bowen, diretor do projeto e principal pesquisador por trás do desenvolvimento do submarino no Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI, na sigla em inglês).

"Essas fossas são praticamente inexploradas e tenho certeza absoluta que o Nereus vai permitir novas descobertas", afirmou. "Este mergulho marca o início de uma nova era na exploração dos oceanos."

Passado

O Challenge Deep só foi atingido antes por duas outras embarcações.
Em janeiro de 1960, Jacques Piccard e Don Walsh fizeram a primeira e única viagem tripulada ao local, a bordo do batiscafo suíço Trieste.

A embarcação era composta por uma esfera de aço de 2 metros de diâmetro, ocupada pelos dois tripulantes e pendurada em um tanque de petróleo gigante, projetado para permitir uma boa flutuação.
Durante a expedição, que durou nove horas, os dois homens passaram apenas 20 minutos no fundo do oceano - tempo suficiente para registrar a profundidade local em 10.916 metros.

Em 1995, o submarino-robô japonês Kaiko foi o primeiro veículo não tripulado a visitar o local.
Atualmente, os aparelhos mais aptos a descer a grandes profundidades chegam a uma média de 6,5 mil metros, o que permite os cientistas explorar 95% do fundo do mar.

Civilizações abaixo das água ?? Mergulhadores encontram Esculturas no Fundo do Mar

Segundo mergulhadores, objetos foram ‘instalados’ recentemente.Fotos de quatro grandes obras de pedra
 A polêmica está lançada no fundo mar. Mais exatamente a cerca de 15 metros de profundidade e a aproximadamente 30 metros do Monumento Natural das Ilhas Cagarras, conjunto de ilhas e ilhotas que ficam a cinco quilômetros de Ipanema, no Rio. De acordo com relato e fotos de pessoas que costumam mergulhar na região, há cerca de um mês e meio foram “instaladas” quatro grandes esculturas de pedra, possivelmente como arrecifes artificiais.
Estão no fundo do mar uma ânfora, duas crianças sobre um pedestal, um anjo e a cabeça de um leão, como inicialmente divulgado pela rádio Band News.

Dono de escola de mergulho Diving Club de Niterói, o mergulhador Sebastião Mariani, conhecido como Mineiro, contou que recebeu as fotos de amigos que mergulham na região e, por achar interessante, decidiu publicar numa rede social. Ele mesmo conta que ao mergulhar nas imediações das Cagarras, em janeiro viu as esculturas.

“Tem uma ânfora imensa. Tem outras esculturas menores. Andaram dizendo que foi minha escola que fez isso, mas é um absurdo. Quem fez isso gastou muito dinheiro. É preciso ter um caminhão e contratar um rebocador para transportar peças daquele tamanho até o meio do mar. Imagina o quanto não custaria isso. Além do mais, se tivesse que criar um ‘parque’ para atrair turistas, faria isso nas ilhas Pai e Mãe, em Niterói, que é onde costumo mergulhar com meus alunos”, disse Mineiro, que nem considera as peças bonitas.
Ainda segundo o professor de mergulho, as esculturas estão num areal no meio do mar, afastados na área de conservação e proteção permanente das Ilhas Cagarras. A área protegida de 105 hectares, criada pela ICM Bio em 2010, inclui as ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Redonda e as ilhotas Filhote das Cagarras e Filhote da Redonda e uma área marinha com raio de dez metros ao redor as ilhas.

“Há muitos anos entrei fiz uma consulta ao Inea para saber se era possível fazer um naufrágio nessas áreas de mergulho, aproveitando barcas velhas que estão ancorada na Baía de Guanabara. Eles poderiam se transformar em arrecifes artificiais. Mas nunca recebi resposta”, contou Mariani.

O advogado Felipe Guarnieri, que junto com o amigo empresário Olavo Cabral, mergulha por hobby há cerca de 20 anos, fotografou as esculturas no mar. Segundo ele, os objetos estão colocados sobre uma base, o que mostra que não foram jogados aleatoriamente no fundo do mar. E não acredita que seja para que formem arrecifes artificiais.

“Dificilmente a gente vai ver muitos organismos marinhos se formando nesses objetos. A água na região é turva e devido à profundidade, a incidência de luz é muito pouca. Mesmo nas pedras perto das ilhas não há formação de corais, por exemplo. Para quem mergulha, os objetos são interessantes, mas não acredito que atraia tanta vida marinha para lá. Não sei quem fez isso, se é legal ou não, nem qual o propósito, mas é curioso”, disse Guarnieri.

A Capitania dos Portos, do 1º Distrito Naval, está investigando o caso. Em nota, ela esclarece que não recebeu qualquer pedido de autorização para a imersão e instalação de estátuas de pedra no mar, nas proximidades das Ilhas Cagarras.

A Marinha do Brasil informa que para criação de recifes artificiais, o interessado deverá cumprir as Normas da Autoridade Marítima. Desta forma, a Capitania poderá analisar o processo para emitir parecer favorável ou não a sua instalação. O descumprimento das obrigações pelos responsáveis poderá gerar punições de acordo com a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lei nº 9.537/1997). Além disso, o interessado terá que obter a autorização dos outros órgãos com competências concorrentes, entre esses os órgãos ambientais.

A Marinha esclarece ainda que, em situações onde houver comprometimento da segurança da navegação e da preservação da normalidade do tráfego aquaviário, a princípio, não será dada autorização para o lançamento de equipamento para atração. As causas e responsabilidades de possíveis irregularidades serão determinadas em Inquérito Administrativo instaurado pela Marinha do Brasil.

Poderia uma arma a laser salvar a terra de asteroides ?

Potencialmente perigosos asteroides ainda estão aparecendo grande nas mentes dos cientistas envolvidos em questões de defesa planetários. Numerosas estratégias têm sido propostas descrevendo desvios de objetos próximos da Terra (NEOs), incluindo métodos que empregam pêndulos cinética, mineração robótico e tratores gravidade. No entanto, um dos conceitos recebeu recentemente a atenção como uma das propostas mais graves.

O projeto, chamado DE-STAR (Sistema de Energia Dirigida por Segmentação de Asteroids e exploração), prevê um grande laser de elementos em fase na órbita da Terra para desviar asteróides, cometas e outros NEOs que põem em perigo o planeta. Há também uma muito menor, embora sistema semelhante sendo considerado, chamado DE-STARLITE, que pode viajar ao lado do alvo, desviando-o lentamente de perto ao longo de um longo período.

De acordo com os autores dessas propostas, o seu objetivo era criar um sistema de defesa planetária orbital capaz de aquecer a superfície de objetos potencialmente perigosos ao ponto de vaporização. Eles enfatizam que a vaporização na superfície de um objecto continuamente ejecta material vaporizado, a criação de uma força que empurra reaccionário o objecto para um novo caminho. Isso pode ser feito por lasers implantados na nave espacial estacionado perto do asteróide.

O sistema deve ser capaz de projectar um laser em um asteróide distante com fluxo suficiente para aquecer a um ponto na superfície e vaporizar rocha sólida. Atualmente, lasers de alta potência entregar densidade de energia suficiente para derreter e vaporizar qualquer material conhecido.
"De modo geral, a tecnologia está disponível hoje. O principal desafio de construir um completo DE-STAR é a escala necessária para ser eficaz," Qicheng Zhang, da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, um dos autores do projeto, disse Astrowatch .líquido.

Zhang e seus colegas afirmam que, se DE-STAR teve uma disposição de laser-wide de 330 pés por fases, poderia desviar asteróides voláteis-laden 330 pés de diâmetro, iniciando engajamento em cerca de dois milhões milhas. No entanto, DE-STARLITE, ser um sistema muito menor e menos dispendioso, é a opção mais prático. Por exemplo, uma versão de 20 kW de DE-STARLITE operar por 15 anos poderia desviar um Apophis-size (1.066 pés) asteróide a uma distância igual ao diâmetro da Terra. Uma versão 1 MW poderiam desviar todas as ameaças conhecidas até 1.640 pés de diâmetro com a atividade de laser de cinco anos.

"Quanto maior o NEO, maior será o tempo necessário. Quanto maior for a laser, menor será o tempo necessário. Com uma pequena 20 kW DE-STARLITE, a 300 metros de largura (1.000 pés) de asteróides pode ser desviado em 15 anos . asteróides menores podem ser desviado em menos de um ano, após a chegada da sonda ao asteróide ", disse Zhang.

De acordo com os cientistas, DE-STARLITE seria ineficaz para desviar metas em curto prazo devido ao tempo necessário para o trânsito até o asteróide alvo. Assim, o sistema DE-STAR parece ser uma última linha de defesa em curto prazo.

Um sistema completo stand-off como DE-STAR ainda é considerado como uma possibilidade para o futuro mais distante para a sua capacidade de responder rapidamente a ameaças identificadas. Ele também pode fornecer uma das poucas opções para a defesa contra cometas de longo período, o que a tecnologia moderna é muitas vezes incapaz de chegar pela sonda.

Uma órbita DE-STAR de tamanho adequado teria a capacidade de reagir a pequenos ou de tamanho moderado objetos que são descobertos com tempo limitado para reagir. No entanto, os pesquisadores observaram que a eficácia real de uma missão de deflexão depende fortemente do alvo. Uma missão optimizado para um alvo pode ser ineficaz quando aplicado a outro, mesmo um do mesmo tamanho e composição.

"Depende das circunstâncias exatas. Se, digamos, um de 100 metros de largura asteróide foram encontrados hoje em rota de colisão com a Terra na próxima semana, energia dirigida não seria uma solução viável, que exigiria uma grande disposição de laser que ser muito maior do que um pêndulo de uso único igualmente eficaz ou explosivos. Se, por outro lado, vemos que mesmo asteróide 30 anos antes do impacto, a energia dirigida seria muito eficaz, mesmo com lasers de 10 kW, que são muito abaixo do poder de muitos lasers na posse pelos militares dos EUA hoje ", explicou Zhang.

Os conceitos de DE-STAR e DE-STARLITE mostram que o método de energia dirigida poderia ser uma tecnologia promissora para a defesa planetária. Ela poderia salvar o nosso planeta de pequeno a objetos perigosos milha de classe. Com os avanços tecnológicos recentes, é agora possível considerar os métodos baseados na ablação por laser como uma das técnicas mais relevantes e eficazes de deflexão asteroide .

quarta-feira, 2 de março de 2016

A noite dos Ovnis

 O dia 20 de maio de 1986 seria um dia normal como qualquer outro no nosso pais. Entenda, eu disse seria porque não foi. Logo nas primeiras horas do dia, Douglas Avedikian, controlador de vôo do Cindacta em Brasília, recebeu o comunicado de um avião Bandeirantes da TAM que questionava à Central de Controle do Trafego Aéreo se havia alguma outra aeronave voando em suas redondezas. A resposta foi negativa. Pouco depois, era ouvida a voz do piloto em pânico relatando que várias luzes passavam bem em sua frente.
 Depois de alguns minutos, o piloto de um avião da Transbrasil - ilustração ao lado - , que naquele momento sobrevoava a cidade de Araxá (MG), afirmou estar vendo várias luzes. A partir desse momento, o Cindacta passou a receber vários telefonemas das torres de controle de Pirassununga, Ribeirão Preto e São José dos Campos (SP). Não havia dúvidas, a Força-aérea brasileira acionou alguns caças para a interceptação . No dia seguinte, todas as emissoras de televisão noticiavam fatos surpreendentes ocorridos na noite de 19 de maio e a madrugada de 20 de maio. Segue o pronuciamento do então Ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima:

“Pelo menos 20 objetos saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Toda vez que os radares detectam objetos não identificados, os caças levantam vôo para reconhecimento...Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos...Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que estes objetos tenham origem extraterrestre”. (fonte: “Verdades que incomodam” de Alberto Romero - válido para todas)

É óbvio que um ministro não poderia falar abertamente. Um cargo ligado diretamente ao Palácio do Planato e, como sabemos, o governo do nosso pais segue a regra mundial: NEGAR SEMPRE. Já não é a mesma situação do atual presidente da VARIG, o coronel Osíris Silva (entre os vários cargos que ocupou está a presidencia da EMBRAER e da PETROBRÁS):
“Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da Embraer e a Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador. Naquela noite, quando nos aproximamos de São José dos Campos, a bordo do avião XINGU PT-MBZ, pediram de Brasília para observarmos alguns pontos que tinham sido detectados pelo radar e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área. Na altura de 600m vimos pontos luminosos de cor laranja avermelhado, com brilho muito intenso. Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. Elas apagavam e acendiam em lugares diferentes por cerca de 10 a 15 segundos. Observamos variações muito rápidas de velocidade...”.

Deixando que os próprios protagonistas dos noticiários contem, segue major aviador Ney Antônio Cerqueira (chefe do Centro de Operação da Defesa Aérea – CODA):

“Não temos condições técnicas operacionais para explicar. O aparecimento desses objetos nas telas dos radares é inexplicável...As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudados para posteriores conclusões. O CODA acionou dois F-5E e três Mirages (ilustração ao lado) para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo.”

O estudo que o major Ney Antônio Cerqueira se referiu deve ser mesmo bem difícil, pois até hoje ele não apresentou na mídia as conclusões do mesmo. Ao que parece, os pilotos tiveram momentos bem tensos. Um dos F-5E (possivelmente pilotado pelo capitão Jordão Brisola) ficou no meio de 13 objetos que mediam aproximadamente 100m de diâmetro, ou seja, os ÓVNIs teriam o tamanho aproximado de um estádio de futebol. E olha algo como a tecnologia Stealth: os ecos captados nos radares de bordo às vezes não eram vistos a olho nu e, outras vezes, eram observados, mas os radares nada acusavam. Tal qual o estudo do CODA, o ministro Moreira Lima prometeu um laudo em cerca de 30 dias, e já é bem mais de uma década que estamos esperando.
 "...Cheguei perto do alvo, posicionando-me a cerca de seis milhas de distância dele, o que ainda é longe para que possa haver uma verificação precisa, ainda mais à noite. O alvo parou de se deslocar na minha direção e começou a subir. Eu não perdi o contato radar inicial e passei a subir junto com ele. Continuei seguindo o contato até cerca de 30 mil pés, quando perdi o contato radar e fiquei apenas com o visual. Mas, naquele momento, aquela luz forte já se confundia muito com as luzes das estrelas..." Este é o depoimento de um dos pilotos de combate da FAB acionados para interceptar contatos não-identificados que invadiram nosso espaço aéreo em 19 de maio de 1986. 

Parece um Ovni mas não é ! São apenas Nuvens Lenticulares

Nas zonas próximas às cadeias montanhosas, apesar de não frequente, acontecem formações de nuvens muito densas e de perfis extraordinariamente concretos, em forma de um ou vários discos superpostos que podem ser confundidas, por um observador pouco acostumado, com autênticos OVNIS.

Esse tipo de nuvens, que recebeu o nome de lenticular devido a sua forma peculiar, foi fotografada em muitas ocasiões, sendo as fotos mostradas como se tratassem de verdadeiros documentos gráficos de naves extraterrestres. Realmente, à vista da ilustração ao lado, a confusão é desculpável, tanto as dimensões do fenômeno, como os contornos, a nitidez da cor e seu aspecto absolutamente material, superam a definição que proporcionam outras fotografias de OVNIS autênticos

Acima, um autêntico exemplo de nuvem lenticular. A estabilidade de forma presente neste fenômeno natural pode levar pessoas a crerem estar vendo um OVNI. Este documento gráfico foi conseguido, supostamente, na cidade portuária de Santos (SP).

Foo-Fighters 2ª Guerra Mundial

 Apenas alguns anos antes de Kenneth Arnold ter sua aparição histórica de objetos voadores desconhecidos que seria cunhado "discos voadores" por um repórter , em 1947 , outro fenômeno ainda estava mistificando pesquisadores . Durante o fogo das batalhas nos céus da Segunda Guerra Mundial, os pilotos americanos e alemães estavam enfrentando os " foo-fighters ".
Essas estranhas bolas de luz tornaram-se um elemento muito temido dos pilotos norte-americanos, alemães e britânicos, como eles apareciam sem aviso, e muitas vezes complicar uma situação já difícil. Mesmo as tentativas de alguns pilotos norte-americanos para perseguir essas bolas foram em vão, pois elas voavam através deles como se fossem simplesmente uma miragem.
Várias teorias foram oferecidas, sobre o que esses estranhos objetos voadores eram. Ironicamente, todos os pilotos sentiram que o Foo Fighters eram um produto secreto do outro lado, ou um tipo de dispositivo de radar ou alguma outra arma secreta com a capacidade de tirar um avião inimigo.
Mesmo com as evidências que temos, não há um único caso documentado de qualquer avião que tenha sido danificado por um dos Foo Fighters. O próprio termo foo fighter é um enigma , sendo atribuído a várias fontes diferentes, mas provavelmente iniciado com uma história em quadrinhos chamada " Smokey Stover ", que era um bombeiro, e muitas vezes disse: " Onde há foo , há fogo . " Foo " foi uma palavra francesa para o fogo, ou " Feuer ", a palavra alemã para o mesmo.
É muito interessante notar que o foram  listados vários incidentes de caças com os foo . Alguns pilotos declararam  eram um " objeto metálico, forma de disco. " Simplificando, isso significa que alguns dos relatórios dos pilotos aliados estavam se referindo ao que seria mais tarde chamado de OVNIs (Discos voadores).
Como acontece com qualquer mistério, haveria numerosas e variadas explicações oferecidas para explicar os fenômenos . Entre eles estavam :
- Uma descarga elétrica das asas dos aviões fez os avistamentos .
- Um tipo raro de iluminação bola.
- Uma anomalia atmosférica desconhecida.
Essas teorias são tão boas quanto qualquer outra, mas ainda aquém de explicar o mistério. Tem havido avistamentos dos chamados foo fighters ao longo da história , e em muitos aspectos eles são muito semelhantes aos relatos modernos de " orbs ". Estas bolas estranhas de luz branca foram capturadas por muitos fotógrafos e cinegrafistas ao redor do mundo. Por enquanto, o mistério dos Foo Fighters permanece sem solução.


Sumérios - Uma astronomia incrivelmente avançada

 Sua astronomia era incrivelmente avançada: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!... Os velhos e inteligentes gregos, no auge do brilho do seu saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito". Ao lado desenho sumério.
Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições denominadas: cuneiformes. Nas traduções destas escritas, diz-se que a Terra, teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços cairam aqui e no outro corpo celeste: "Nibiru", onde teve início a vida e com isso avançaram no estágio de evolução. 
Os Sumérios acreditavam que seus "Deuses" vieram deste planeta - 'o décimo segundo planeta' - que completa uma volta no Sol a cada 3600 anos. As tábulas de argila sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar. 
O mais impressionante são os dados sobre Plutão ( Planeta que só foi descoberto em 1930! ). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados... Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás?
A história diz ainda que após 35 milhões de anos Nibiru corria risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Diz-se que estes colonizadores tinham uma espectativa de vida de 20.000 anos, período completamente incompreensíveis para o nosso saber, e eram humanóides gigantes. Com o passar do tempo estes extraterrestres misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os "filhos dos Deuses"...
Os ETs também advertiram das calamidades que o planeta Terra iria passar. No caso o planeta Nibiru passaria muito perto de nós e a atração gravitacional iria provocar um cataclisma. Se ligarmos o Dilúvio e a Arca de Noé com os documentos achados dos Sumérios vemos a lógica... também quando vemos rastros de humanos gigantes, quando associamos os anjos e as luzes no céu que são mencionados na Bíblia com os contatos imediatos que temos hoje constantemente, percebemos que não estamos sós, que tudo faz sentido e que a verdade realmente está lá fora.